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Infinitas mutações

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Nem menina nem ainda uma Mulher!

Nem menina nem ainda uma mulher!

...Então resolvi comprar aquela sandália que eu estava há tempos namorando, entrei na loja, vi, gostei escolhi e sentei, fiquei esperando a vendedora procurar, porque parece que é sempre assim você ama a sandália têm a grana, mas quando diz o número... Ai já viu né nunca têm, meu estômago pedindo por comida, sim porque era hora do almoço e eu nem um cafezinho tinha tomado. Até ai tudo bem, não fosse uma pirralha desesperada que estava na loja gritando aos quatro cantos que queria o tal do salto agulha, para a tal festa e que ela não abriria mão de ser aquele, a pirralha chamou a atenção de todos que estavam ali, a mãe desesperada tentando explicar que ela só tinha doze anos e não era correto usar aquele tipo de sandália, mas ela insistentemente batia o pé contra a mãe. Disse que já era uma adolescente e que poderia usar o que bem entendesse e se não fosse aquela sandália, outra não serviria.
Eu fiquei ali olhando aquela cena como todos os outros, sem entender que tipo de mãe era aquela, adolescentes sim, esses são impetuosos, isso nos sabemos, mas a mãe quase virou um fantasma na frente da garota se deixando dominar por ela, ficou claro o comportamento da mãe, chocada, amedrontada, falando baixo tentando explicar e a filha nem ai pra ela, somente a sua opinião importava, esbravejou, xingou, andou a loja toda, fez cara feia até fez birra, claro! Como toda "aborrecente" mimada, a essa altura a vendedora já estava perdidinha de um lado pro outro com uma pilha de caixas na mão sem saber o que fazer, eu que não tinha nada a ver com a história já estava quase pulando no pescoço da garota, quando a vendedora achou meu número. Perfeito, Amei! Enquanto eu pagava a minha tão desejada sandalinha...não é que a pirralha venceu a mãe e acabou comprando o tal do salto agulha! Uma cena patética pra não dizer triste, o papel da mãe estava bem nítido, a filha dava ordens e a mãe que não sabia colocar regras somente obedecia. A mulher saiu de cabeça baixa coitada e até pediu desculpas aos vendedores e clientes, ai já viu, o assunto rendeu. Nossa!! Fiquei pensando o quanto é complicado educar um filho e o quanto algumas mães se perdem nessa tarefa, filhos criados sem regras, sem limites, até que ponto essa tal educação "liberal" é válida? Será que o certo é assim?? Não brigar, não questionar, não se impor?? Eu confesso que daria um bom puxão de orelhas se fosse minha filha e compraria uma sandália rasteira mais fubenga , rapidinho apagava seu fogo e não deixava ir á festa. Sou totalmente contra a violência, mas até uns tabefes eu daria, me deu vontade de pegar a mãe de dar uma sacudida e dizer: Acorda mulher a mãe aqui é vc! Mas acho que já é um caso perdido, se com 12 anos a filha já é assim imagine com 15, vai querer bater na mãe. Depois todos reclamam dos jovens de hoje, da falta de educação deles e culpam a sociedade, a escola, fico P... da vida quando alguém diz que a pessoa está na escola e não têm educação. Mas não somos nós os pais que os educamos, então de quem é a culpa??? É fácil ver um filho se tornar um aborrecente e culpar a escola por isso, difícil é encarar de frente e admitir o erro, afinal a educação se resume em ler e escrever??? E o caráter de um ser humano onde é formado na rua? na escola?
Não sou uma mãe carrasca, nem tão liberal, acho que tudo tem seu tempo certo, não devemos atropelar nenhuma fase da vida. Ninguém merece passar por isso, mas esses "tipos" de mães me irritam, me tiram do sério. Uma boa dose de limite e corretivo não faz mal a ninguém!

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