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O jeito Lys de ser...

Infinitas mutações

domingo, 30 de setembro de 2007

Vale a pena?

Vale a pena sem viver sem amor?
A inteligência sem amor te faz perverso. A justiça sem amor te faz implacável. A diplomacia sem amor te faz hipócrita. O êxito sem amor te faz arrogante. A riqueza sem amor te deixa avarento. A pobreza sem amor te faz orgulhoso. A beleza sem amor te faz fútil. A autoridade sem amor te faz tirano. O trabalho sem amor te faz escravo. A simplicidade sem amor te deprecia. A lei sem amor te escraviza. A política sem amor te deixa egoísta. A fé sem amor te deixa fanático. A cruz sem amor se converte em tortura. A vida sem amor não tem sentido. Só o amor resolve, pois o amor jamais acaba!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Outros sintomas

1) Sintomas da Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico:
Os sintomas físicos mais comuns são taquicardia, sudorese, sensação de falta de ar (não se preocupe porque ninguém jamais morreu sufocado por causa de Pânico), tremor, fraqueza nas pernas, ondas de frio ou de calor, tontura, sensação de que o ambiente está estranho, que a pessoa "não está lá" (isso se chama desrealização e não tem nada a ver com loucura, não se preocupe), de que vai desmaiar, de que vai ter um infarto, de uma pressão na cabeça, de que vai "ficar louco", de que vai engasgar com alimentos, assim como crises noturnas de acordar sobressaltado com o coração disparando e com sudorese intensa.Alguns pacientes referem diarreias intensas em determinadas situações. Outros tem todos os sintomas de uma Labirintite. Outros passam a ter pensamentos que não saem da cabeça de que poderiam ter doenças graves mesmo que todos os exames sejam normais, ou de que poderiam fazer mal a si mesmo ou a outras pessoas.Podem ocorrer pensamentos que a pessoa sabe que não fazem sentido, mas não consegue tirar da cabeça, por exemplo se atirar de uma janela, machucar alguém ou ela mesma com uma faca. Tecnicamente falando, pensamentos obsessivos, fazem do quadro clínico e desaparecem com o tratamento do pânico.Um medo muito comum é o de "voltar a sentir medo". Muitas vezes o simples pensamento de entrar num avião ou passar ao lado de um abismo já desencadeiam a crise. Algumas pessoas vão a um cinema, teatro ou restaurante e procuram sentar-se perto da saída, outras não trancam a porta quando vão ao banheiro, sempre para sair facilmente caso venham a passar mal.É comum a pessoa ter passado por cardiologistas, clínicos, hospitais, laboratórios, etc., com todos os exames normais, a não ser, com certa frequência, um Pro lapso de Válvula Mitral, que os cardiologistas não consideram patológico.Muitas vezes as primeiras crises aparecem subitamente em situações normais e habituais.É claro que a maioria das pessoas não tem todos os sintomas acima.Uma forma mais específica da Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico se chama Fobia Social e se caracteriza por crises de ansiedade em situações como por exemplo reuniões, apresentações, discussões com superiores, assinar algum documento, cheques ou mesmo levantar uma xícara de café em público.Algumas vezes os sintomas aparecem após uma experiência traumática na qual a pessoa se sentiu indefesa ou humilhada ou sem possibilidade de reação, por exemplo assalto, seqüestro, acidentes. Essa forma mais específica de distúrbio de ansiedade se chama Distúrbio de Stress Pós Traumático.2) Desenvolvimento de fobias:Após ter tido muitas crises, a pessoa pode não sentir mais os sintomas físicos mas continua com medos que ela mesmo percebe que não são lógicos, como por exemplo de dirigir (principalmente em congestionamentos, túneis ou estradas), de pegar ônibus, metrô, avião, de participar de reuniões, de viajar, de ficar sozinha ou de sair sozinha de casa, ou de escuridão, de ficar em lugares com muita gente como Shopping, cinema, restaurantes, filas, elevadores, ou então de lugares muito abertos e vazios. Às vezes aparece até mesmo medo de dormir, quando a pessoa teve crises noturnas, ou de se alimentar, quando teve sensações de engasgar.

Fsa

Hoje estou meio chatinha, sabe aqueles dias, pois é.... Parece que nada vai dar muito certo, mas a vida é assim mesmo, então... Hoje eu estava relembrando algo que aconteceu duas vezes em minha vida, fato relacionada a cidade em que eu moro atualmente, sim a palavra e mesmo essa, atualmente, é que eu já morei em tantos lugares... Então moro em Feira de Santana - Bahia, aqui é legal, o comércio e bem variado, tem mais de meio milhão de habitantes ,enfim é uma cidade bem localizada, perto de Salvador, então quando eu morava no Pará, rsrsrs, sim já morei no Pará também, sempre que eu passava por aqui, achava a cidade linda! eu era adolescente,( claro que isso não quer dizer que a cidade não seja linda, e que hoje olhando mais perto, acho que exagerava um pouco, porque FSA como toda cidade, tem seus encantos, mas também seu lado não tão bonito) então eu sempre dizia á todos que iria morar aqui um dia, olha só eu não tinham parente na cidade, não conhecia ninguém daqui, e acabei vindo morar em FSA há 4 anos! Realmente as palavras tem muito poder, o que me impressiona é que na época eu falava com tanta convicção, como se soubesse o que iria acontecer...e realmente aconteceu estou morando aqui e sou apaixonada por essa cidade!

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Relatos

Relatos

Pensamentos confusos...Angústias, medos, saudades, esperança...Sensações nada agradáveis, velhas conhecidas minha, constantes em minha vida. Conviver com A SP, não é nada fácil superar a dor é o preconceito, como a própria palavra "pré- conceito" julgamento exacerbado. Mesmo se tratando de um problema sério, somos vistos pela sociedade como "loucos, frescos" o que só ajuda a aumentar o nosso desespero. Escrevo como portadora dessa doença. Você não encontrará aqui explicações médicas, cientificas. Encontrará relatos, de alguém que senti na alma o tormento e o desespero de conviver com o desconhecido, a vontade de enfrentar seus medos, porém ainda sem essa capacidade, que convive com a ausência de compreensão de muitos...Que tenta constantemente dominar suas emoções, alguém que convive com a dor...Convive com a angústia...Momentos alegres, facilmente acabados, consumidos pela depressão. De repente uma onda terrível de medo, taquicardia, sensação de morte...Medo de sair e ter outra crise...prisioneira de si mesma. Somente quem convive com essa doença, consegue medir a intensidade dessa dor... Falar sobre isso com alguém? Muito difícil, as pessoas geralmente desconhece o assunto, outras vezes te pedem para ter calma, como se você não quisesse, como se você não soubesse disso. Algumas até te aconselham a não falar sobre o problema, mal sabem elas o quanto precisamos falar, desabafar o quanto precisamos de ajuda, o quanto buscamos respostas, o quanto precisamos de paz...