Blogagem coletiva

Tenho dois filhos e todos foram muito bem amamentados, até mais do que 6 meses, amamentei minha filha por 1 ano e 3 meses e meu filho por 2 anos, mesmo ele ingerindo outros alimentos, continuei a amamentá-lo, isso foi de fundamental importância para eles crescerem saudáveis e com energia. Muitas mulheres não querem amamentar por medo de ficarem com os seios caídos, mas não é bem assim, depende muito da posição que o bebê fica, quanto mais próximo ele estiver dos seios, melhor será para ele e para a mãe. Tive muito leite e como meus filhos dorminham quase o tempo inteiro, meus seios ficavam inchados, eu chegava a ter febre, porque o leite praticamente jorravam. Por isso além de amamentar meu 2º filho, também amamentei meu sobrinho que estava hospitalizado, todos os dias mandavam duas mamadeiras, tamanha era a quantidade de leite que tive . E garanto que essa felicidade não têm tamanho e indescritível.
Minha dica é: Para evitar rachaduras, use bastante óleo de amêndoas e tome sol nós seios todos os dias pela manhã, também faça massagem, para estimular o leite e ajudar na formação do bico, já que algumas mulheres não têm.

Lendas e fatos na amamentação.
Quando o assunto é a alimentação dos bebês muitas lendas rondam os pensamentos das mamães que estão em fase de amamentação. Vale a pena perder alguns minutinhos para se informar e tirar todas as dúvidas antes e durante a amamentação do seu filho.
Qualquer dúvida pode colocar em risco a amamentação efetiva do bebê. Bom, uma das dúvidas mais freqüentes das mamães é se existe leite materno fraco.
A resposta definitivamente é não. Só se a desnutrição da mamãe seja extrema pode ocorrer, mas é muito difícil. Toda mamãe produz o leite mais adequado para o seu filho, alimentando-o de forma satisfatória até os seis meses de idade exclusivamente, mesmo as mamães de peito pequeno.
A lenda do leite fraco pode ter sido criada pelo fato de o bebê poder sugar de forma incorreta o seio da mamãe, fazendo um grande esforço e não retira o leite suficiente, deixando-o ainda com fome. A sucção incorreta pode fazer com que desça menor quantidade de leite não sendo satisfatório para o bebê.
Outro motivo da menor descida do leite é a sucção incorreta do peito em conseqüência do uso de bico artificial como chupetas e mamadeiras que deixam a posição da língua diferente na hora da sucção do peito, fazendo com que a retirada do leite seja insuficiente.
Pode ou não pode? - Há outros mitos sem embasamento científico, mas que estão tão enraizados na cultura popular e que podem mexer com a cabeça das mamães. O bebê pode, sim, arrotar no peito sem que a mamãe tenha medo de que o leite não desça mais. Se o bebê arrotar no peito, sem problemas, é normal.
Outro mito que dizem por aí é que não se pode jogar o excesso de leite materno ordenhado em água corrente porque assim o leite acaba, vai embora. Mentira. O leite ordenhado, caso feito de maneira correta e doado para um banco de leite, pode ajudar outros bebês hospitalizados que precisam de leite materno, mas caso seja jogado em água corrente nada acontecerá na produção do leite.
Canjica, cerveja preta, água inglesa e outros alimentos não aumentam a produção de leite. Isso é mito dos mais absurdos. O que faz um bom leite materno é o bebê sugar o peito de maneira correta e uma alimentação saudável.
Seios com bicos feridos, rachados ou empedrados não são motivos de parar a amamentação. São quadros que devem ser cuidados e sanados para uma melhor amamentação.
Relaxe, mamãe - A ansiedade, o estresse, cansaço e dor podem reduzir a produção de leite já que esses fatores jogam no corpo da mulher hormônios que inibem a descida do leite materno. Se dê o direito de repousar, de não querer receber visitas e de pedir mais empenho do papai em ajudar com os afazeres domésticos. Amamentar em lugar tranqüilo e sem barulho ajudam ainda mais esse momento tão especial de mamãe e bebê.
Com ajuda e orientação de profissionais especializados, entre os quais pediatras e fonoaudiólogos, e com muita vontade e carinho a amamentação torna-se muito prazerosa para mamãe e bebê. Um verdadeiro ato de amor.
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